07/02/2019 - Nova Gestão

Diretoria da Emater vai a Marabá e Conceição do Araguaia avaliar situação

A Diretoria Executiva (Direx) da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) avança na programação de visita e diagnóstico in loco de todos os escritórios regionais e locais, para apresentação das diretrizes da nova gestão, entendimento dos gargalos e potencialidades de cada região e município e embasamento para a primeira tomada de decisões administrativas.

Depois de Castanhal, Capanema, Médio Amazonas, São Miguel do Guamá e Santarém, agora foi a vez de Marabá, no sudeste do estado: nessa quarta-feira (6), a presidente Cleide Amorim, o diretor administrativo Cláudio Pereira e o diretor técnico Rosival Possidônio se reuniram com a supervisão regional e os chefes e alguns membros dos 21 municípios vinculados. A assessora técnica da presidência, Ana Lima, acompanha os gestores. Já nesta quinta-feira (7), presidente e diretores estão em Conceição do Araguaia, em reunião com a supervisão regional e os chefes dos 15 municípios.

A supervisão de Marabá fez apresentação panorâmica de todas as ações e cada chefe local informou a situação atual do município a que corresponde. 
Alguns destaques são a parceria com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), para a implantação de sistemas agroflorestais (safs) e recuperação de pastagens; a parceria com o governo federal, para geração de trabalho e renda para famílias agricultoras beneficiárias do bolsa-família e o volume de crédito rural para a pecuária mista: ano passado, a Emater elaborou projetos que somam mais de R$ 4 milhões; a expectativa é que este ano esse número dobre.

 

De acordo com o supervisor-adjunto em Marabá, o engenheiro agrônomo Carlos Eduardo Soares, o principal desafio é a infraestrutura: “Precisamos revitalizar sedes, recuperar veículos, equilibrar recursos humanos, é todo um aparelhamento que fará muita diferença no dia a dia e no resultado do trabalho de assistência técnica e extensão rural”, diz.

Para Cleide Amorim, “é preciso reconhecer que o Pará é um estado de dimensões continentais e com diferentes frentes socioeconômicas: a Emater, um dos principais braços operacionais do governo do estado, com atuação em todas as pontas e presença física em todos os 144 municípios, precisa adequar os critérios e metas de gestão a realidades e demandas específicas, ainda que em uma gestão uniforme”, diz.