Plano Safra 2017-2018

Plano Safra referente ao biênio 2017-2018 foi apresentado em Belém pelos agentes financiadores

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará), participou na última quinta-feira (27/07), na Superintendência do Banco do Brasil, em Belém, de reunião de apresentação do Plano Safra referente ao biênio 2017/ 2018, através do engenheiro agrônomo Paulo Lobato, que falou, “a ideia é ficar ciente dos critérios e formas de acesso, bem como, das normas e etapas para enquadramento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a fim de possibilitar aos agricultores familiares o entendimento das questões relativas às novas medidas e diretrizes gerais direcionadas à agricultura familiar”. Ele disse que na oportunidade também foram tratados de assuntos relacionados aos atendimentos das demandas de créditos da Emater nas gerências do banco nos municípios.

O Banco do Brasil é um dos agentes financiadores do Plano Safra, e vai destinar R$ 14,6 bilhões para a agricultura familiar, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com taxas de financiamentos mantidas em 2,5% a 5,5% ao ano. A linha de crédito Pronaf Mais Alimentos terá R$ 6,5 bilhões. O Programa Agricultura de Baixo Carbono terá em financiamento R$ 1,5 bilhões.

O Banco da Amazônia, outro agente financeiro do Plano, também anunciou aos agricultores familiares, os critérios de acesso aos recursos referentes ao biênio, que terá o prazo até de 30 de junho de 2018. O Banco disponibilizará R$ 350 milhões para projetos agrícolas alinhados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com linhas de créditos destinadas ao público da agricultura familiar que possui enquadramento no programa.

Para Lobato, “o diferencial entre os dois agentes, que interfere na operacionalização dos recursos do Plano, diz respeito ao acesso aos recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO); que contribui para a promoção do desenvolvimento econômico e social da região através de financiamento aos setores produtivos; mas que só é administrado pelo Banco da Amazônia”.

Texto: Edna Moura - 02/08/2017